A “justiça dos homens” consiste em entender as necessidades sociais e criar mecanismos administrativos de propor respostas desenvolvidas por nossos gestores para obtermos numa “vida digna” em sociedade.
As “demandas da comunidade” são os combustíveis das mudanças sociais, pois procura não só tornar mais participativa a “força da coletividade”, mas encontrar propostas e ações minimizadoras das tendenciosas “individualidades” governamentais. Saiba Mais…
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Sarandi... Tempos de “Mudanças”?
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Feijoada Solidária de Sarandi…a Todo Vapor…ou melhor…cozimento!!!
Está é a equipe dos zelosos Cozinheiros (as) que preparam a deliciosa “Feijoada Solidária” a estar sendo “cozinhada” nas dependências do Salão Paroquial da Igreja N. S. das Graças, Praça Ipiranga, centro de Sarandi.
Ainda temos Ingressos para a Feijoada, ligue para 44-3035-7476, Rádio Banda 1 AM e adquira já o seu para saborear esta farta e suculenta Feijoada a ser retirada hoje, 006/08/2010, apartir das 17:00 no mesmo Salão.
Ajude, solidarize, aja como cristão. Ajude nosso irmão, Jorge Pacífico, a renovar suas esperanças em poder andar e a desfrutar da dignidade gratuitamente cedida a cada um nós de poder voltar a andar.
Compareça e leve sua familia, Deus agradecerá.
terça-feira, 27 de julho de 2010
CMAS – CONSELHO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL DE SARANDI - CONVOCAÇÃO
CMAS
CONSELHO M. DE ASSISTÊNCIA SOCIAL
CONVOCAÇÃO
A presidente do Conselho Municipal de Assistência Social no uso de suas atribuições legais garantidas pelo Art. 12, inciso I da Lei Municipal nº 624/95, vem convocar os membros deste conselho a participar de reunião extraordinária para discutir a seguinte pauta:
Pauta Única: Demonstrativo Físico-financeiro de 2009.
Data: 28/07/2010 Horário: 08h:30min LOCAL: Câmara Municipal
Lucineire Aparecida Montini
Presidente
sábado, 24 de julho de 2010
Sarandi… uma Folha de Pagamento que não “fecha”!
Segundo o Estatuto do Servidor de Sarandi (Lei 10/92) “Cargo Público” é o conjunto de atribuições e responsabilidades previsto na estrutura organizacional que deve ser cometido a um funcionário.
Além do mais, os mesmos terão tratamento uniforme, no que se refere à concessão de índices de reajustes, de antecipações de reajustes, de outros tratamentos remuneratórios ou no que concerne ao desenvolvimento nas carreiras.
Entretanto, nesta “longa disciplinizarização” elencada em seu “Estatuto” não observamos normativas tratando especificadamente sobre os “valores” e as “motivações” de ordens intrapessoais, intradepartamentais e intrasecretariais sobre o ser humano em si e sua relação com as condições de trabalho perante aos seus “chefes”.
Assim, perguntamos: como está a articulação e mobilização sobre à política de Planos de Carreiras dos Servidores Municipais, bem como a relação entre seus aspectos psicossociais e as medidas adotadas pelo poder central no sentido daqueles prestarem um serviço de atendimento de qualidade ao público?
Segundo o “Resumo da Folha de Pagamento de Sarandi/Maio 2010”[1], tabela abaixo, Sarandi contava em maio com 1655 funcionários ativos. Quando comparado com 2008, com 1998[2] servidores, houve uma redução de 17% no número de servidores, porém a “Despesa com Pessoal” está acima em 1% do limite máximo permitido pela LRF que é de 54%. Saiba Mais…
Fonte: Portal do Controle Social
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Loteadoras de Sarandi – Um Dilema ainda sem Solução
A partir de 1992 é aprovado, juntamente com o Plano Diretor, lei municipal de parcelamento do solo. O Art. 18, I e II prevê uma reserva mínima de 5% da gleba para equipamentos urbanos e comunitários, e uma reserva mínima de 10% para praças e áreas verdes.
A seguir a relação dos loteamentos onde não foram destinados os percentuais mínimos de áreas para equipamentos urbanos e comunitários e/ou não foram executadas as obras de infra-estruturas mínimas expressamente exigidas pela legislação municipal e federal (leis 04/92 e 6.766/79 respectivamente).
***Clique na Figura para baixar a matéria!!!
Loteamentos que apresentam irregularidades por ano de aprovação. Sarandi, 2008
| Loteamento | Ano Aprovação |
| PARQUE RES. ALVAMAR II | 1992 |
| JARDIM DO PARQUE | 1992 |
| PARQUE RES. SANTANA | 1996 |
| PARQUE RES. BOM PASTOR | 1996 |
| PARQUE RES. NOVA ALIANÇA | 1996 |
| PARQUE RES. NOVO CENTRO | 1996 |
| JARDIM MONTE REY | 1996 |
| JARDIM CALIFORNIA | 1996 |
| RESIDENCIAL SÃO JOSÉ | 1996 |
| RESIDENCIAL SÃO JOSÉ II | 1997 |
| PARQUE RES. BELA VISTA | 1997 |
| PARQUE RES. BELA VISTA II | 2000 |
| JARDIM DAS TORRES | 2000 |
| JARDIM TROPICAL | 2000 |
| JARDIM NOVO BERTIOGA | 2000 |
| JARDIM NOVO SARANDI | 97/2000 |
| JARDIM NOVO SARANDI II | 97/2000 |
Fonte: Procuradoria Municipal de Sarandi, 2008
sexta-feira, 9 de julho de 2010
TUMULTO NO C.R.A.S. INDEPENDENCIA
Estive conversando com algumas pessoas aqui da comunidade, que são atendidas pelo CRAS do Jardim Independência, sobre o tumulto ocorrido no dia 6 passado.
Segundo o relato dos usuários foi um verdadeiro caos, pois devido o acumulo de atendimentos deixado pela Assistente Social que atende ali naquele estabelecimento.
No dia desse tumulto reuniram-se em uma sala um diretor que trabalha na Assistência Social (ex acessor de vereador) e a Assistente Social, decidindo dar as cestas básicas a exmo para acalmar o povo, pedindo somente o RG e distribuindo uma pequeno papel como senha para retirada da mesma, sem o consentimento da Coordenadora.
Imaginem os senhores leitores a quantidade de pessoas que pegaram cesta básica sem nem ter cadastro aprovado ou na frente dos que já tinham direito a cesta. Conversei com a Senhora Leonilda moradora no Jardim Universal, que estava lá procurando saber da sua cesta que não foi entregue. Este Diretor e a Assistente Social passaram por cima da Coordenadora Laíde que ali faz um trabalho maravilhoso para o povo, a muitos anos se doando ao máximo.
Até quando vamos aturar pessoas incompetentes dirigindo departamentos e seções, chefiando e mandando em todos os que estão “abaixo” do cargo que eles ocupam? Falam que estão dando mais cestas básicas que os outros prefeitos, mas na época do Cido Espada o mínimo de cesta para o CRAS era de 200 e nesta administração só enviaram 170.
Vejam vocês que só os cadastrados no CRAS Independência somam aproximadamente 3 mil famílias, e aproximadamente 1.200 necessitam urgente de alimento pois estão abaixo da linha da pobreza. Pessoas que tem a mão calejada e já não agüenta mais tanta promessa e blá, blá, blá... Será que a Prefeitura Municipal vai conseguir comprar cestas urgente para o povo cadastrado que não recebeu sua cesta no dia estipulado?
Ou vamos ter outro tumulto lá? Acho que hoje a "cobra vai fumar "novamente ,a não ser que caia cesta básica do céu até as 15 horas. Esse pessoal que foram lá distribuíram Cesta Básica a exmo como se fossem compradas com o dinheiro deles, como se fossem donos da cidade.
A incompetência está sendo a marca registrada desta administração e de alguns agregados de costas larga, que só conseguem emprego por ter padrinho. Muitos mal sabem fazer a letra “ó”, e os que sabem, se tirar o copo a letra não sai.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Reunião Ordinária do CMAS de Sarandi…Desafiando o “Assistencialismo” com Políticas Sociais!
Hoje, 09/06/2010, às 08:30, na Câmara de Vereadores de Sarandi, reuniu-se o Conselho Municipal de Assistência Social de Sarandi contanto com a presença dos Diretores e Técnicos da Política de Proteção Social, bem como da Exma. Secretária de Assistência, Sra. Janaína, perfazendo um total de 25 presentes, debatendo as seguintes Pautas:![]()
1) Justificativa sobre PBT (idoso) quanto as duas últimas parcelas do exercício de 2009 que foram repassadas/depositadas em 2010 e que serão utilizadas para realização de serviços voltados ao público idoso atendidos pelo Clube do Vovô conforme convênio já firmado no exercício 2009.
2) Nova apresentação dos projetos para a reprogramação dos saldos remanescentes de exercícios anteriores dos programas co-financiados pelo Governo Federal;
3) Apresentação e apreciação com emissão de parecer do CMAS sobre:
a) Relatório de Gestão 2009 (nível estadual);
b) Plano Municipal (nível estadual);
c) Demonstrativo Sintético 2009 (nível federal);
d) Plano 2010 (nível federal).
Por
Dr. Allan Marcio
terça-feira, 1 de junho de 2010
Observatório Social de Sarandi…Mobilização e Educação Fiscal!
Está bem encaminhada a instalação do Observatório social de Sarandi que funcionará nos mesmo moldes de Maringá.
Observar e se possível impedir que o dinheiro da população se perca pelos "ralos" da ingerência pública.
O Observatório não aceita contribuição de políticos, prefeitura, bem como seus membros, além de ter ficha limpa, não deve ser filiado a qualquer partido.
Ontem uma reunião na ACIS deliberou o primeiro Plano de Ação.
Fonte: Hilário Gomes
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Grandes Debates Públicos à Vista em Sarandi, Mas... Cadê nossos Políticos?
Estamos diante de algumas “decisões” políticas e administrativas importantíssimas frente a alguns fatos polêmicos de Sarandi que necessitam do respaldo e debate dos nossos eminentes políticos, mas o notado é o seguinte... Cadê os mesmos?
Descortina-se, então, um ciclo de debates sobre as temáticas do Lixão, Municipalização do Transporte Coletivo Urbano e outros, cuja renovação dos processos de “Concessão” vêm com data e tempo para ocorrer-las, entretanto assistimos o “sossego” da nossa classe política diante de nevrálgicas questões sociais e urbanas ao futuro sarandiense.
Sabemos que os Vereadores não podem legislar sobre criação de cargos, funções e empregos na administração pública, sobre organização administrativa, matéria tributária e orçamentária.
Todavia, entendemos ser os Vereadores os “agentes políticos” representantes da “vontade popular” em se empenhar por uma cidade mais justa, isso nós não temos dúvidas. Porém a pergunta insistente é se os mesmos querem realmente “fiscalizar” ou “debater” problemas reais ou se viciar no desfrute do “carrossel da política”? Saiba Mais…
quinta-feira, 20 de maio de 2010
“Asfalto Comunitário” – Uma nova Esperança na Urbanidade Sarandiense.
No dia 19/05/2010, foi realizado um encontro com o Prefeito Municipal, Exmo. Sr. Carlos de Paula Junior e os moradores das imediações do Jd. Esperança, Explanada, Bela Vista I e II, Jd Ipanema, Sarandi I e II e outros circunzinhos para debater sobre o processo de implantação do “Asfalto Comunitário” naqueles bairros.
Coincidentemente, diante da expectativa daquela população que literalmente vive com o “pé na lama” ou “comendo poeira”, o Evangelho do dia, segundo a Igreja Católica, reservava a seguinte Palavra: “... Quando estava com eles, eu os guardava em teu nome, o nome que me deste. Eu os guardei, e nenhum deles se perdeu, a não ser o filho da perdição, para se cumprir a Escritura (Jo. 17:12). Saiba Mais…
Fonte: Portal do Controle Social
terça-feira, 18 de maio de 2010
Audiência Publica do 1º quadrimestre de 2010 de Sarandi
A Secretaria Municipal de Fazenda convida toda a população para se fazer presente na Audiência Publica do 1º quadrimestre do exercício de 2010, que será realizada na Câmara Municipal de Sarandi. A Audiência Publica é uma prestação de contas a todos os órgãos públicos, Câmara Municipal, TCE – Tribunal de Contas do Estado do Paraná, entidades Públicas e a população. É um dever e um compromisso legal dos governos municipais.
Audiência Publica Data: 28/05/2010
Horário: 20h
Local: Câmara Municipal
Endereço: Avenida Maringá Nº. 660 - Centro de Sarandi-PR.
Assessoria de Comunicação
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Lideranças debatem Observatório Social em Sarandi para conter corrupção
Para tentar reverter o histórico de corrupção e desvio de dinheiro público em Sarandi, um grupo de lideranças da comunidade deram início nesta semana à discussão para a criação de um observatório social na cidade. Eles devem seguir a metodologia do Observatório Social de Maringá, acompanhando as licitações da prefeitura e o trabalho dos vereadores.
Na primeira reunião, ocorrida anteontem na Câmara Municipal, cerca de 30 pessoas assistiram a uma palestra proferida pelo Observatório Social do Brasil, responsável pela divulgação da metodologia. Estavam presentes líderes comunitários, religiosos, do comércio, de movimentos sociais e representantes de conselhos municipais.
“A criação do observatório é uma tentativa de barrar a corrupção que ocorre em nossa cidade desde 1981 [data da emancipação do município]”, comenta o dentista Dr Allan Marcio Vieira da Silva, representante da população em conselhos municipais e um dos líderes à frente da organização não-governamental.
“Estamos em fase de sensibilização, conhecendo o projeto. Faremos treinamento dos voluntários”, diz, destacando que o observatório de Sarandi vai seguir os passos da organização existente em Maringá, cujo modelo está sendo replicado por todo o país. Silva adianta ainda que o grupo que está discutindo o assunto é apartidário e apolítico, critérios para garantir a isenção na execução do trabalho de fiscalização.
Fonte: SER MARINGÁ
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Palestra..."Nossos Filhos, Nossa “Música”
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Sarandi... Uma gestão que precisa se “Planejar”
Quando pensamos já estarmos no limite das cíclicas demandas sociais em Sarandi, mas uma vez surge algo de novo e vem nos apresentar ao que parece ser o “fundo do poço”, mas por aqui, nota-se haver algum tipo de porão ou porões neste abismal “fundo”.
Por que temos aquela sensação de cidadão em relação a Sarandi, ao que parece as coisas não evoluem ou prosperam por aqui pelos modelos gestores aplicados ao longo de sua jovem história?
Então, procuramos através de analises mais profundas escavar respostas que possam dar um alento justificador e renovador dos empenhos devidos a cada cidadão sarandiense na busca das soluções estratégicas devidas pelos longos anos de dívidas sociais. “encontrar” respostas apartir.
Segundo o levantamento acima feito pelo IPARDES/2009 a relação das Transferências da União sobre a Receita Tributária dos municípios analisados, Sarandi (média 4,29) apresenta um comparativo de melhorias maior que de Marialva (média 3,86) significando que Sarandi apesar do melhor repasse Federal, apresenta uma frágil capacidade arrecadatória.
Sarandi, ainda, apresenta a menor relação Investimentos por Receita total, ficando na média de 0,072 ao ano, 63,35% menor que Paiçandu ( 0,114) que detêm, acreditem, metade do orçamento de Sarandi. Já a vizinha Marialva (0,094), ou seja, fica ainda 23,40% maior, mesmo com metade do orçamento de Sarandi e com uma população 2/3 menor. Como explicar isso?
Outro fato analisado na ocasião da apresentação Prestação de Contas do 2º Quadrimestre de 2009 [1] se refere aos Recursos Transferidos da União e a relação do “gasto público” em si.
Assim, na relação de Recursos Previstos (P) (R$ 71 Milhões) e Realizados/gastos (R) (R$ 40 Milhões) até a ocasião daquele levantamento haviam empenhados apenas 56,65% destes Recursos, explicando orçamentariamente “os por quês” das inomináveis deficiências na Saúde Pública (P/R 49,98%), Educação (56,39%) e o menor empenho de todos a excluída Assistência Social (34,50%).
Assim fica relativamente fácil entender por que o planejamento municipal não está, sequer, conseguindo gastar o que o seu orçamento determina, não sabemos se é por falta de projetos ou de gestão. Com a palavra as autoridades constituídas!
Todavia, nesta contramão caminha, também, a Secretaria de Planejamento municipal que deveria, em tese, promover este “Planejamento Estratégico Municipal”, mas que, pasmem, detém da menor fatia do bolo orçamentário (R$ 200.000,00) e tendo até a ocasião daquele levantamento gasto apenas 42,11% do seu montante na aplicação de recursos.
A Secretaria de Planejamento é considerada o “motor propulsor” em alavancar com projetos de médio e longo prazos a gestão pública local, mas que se “definha” na própria redistribuição dos recursos do “bolo orçamentário”, ganhando apenas da “desassistida” Secretaria de Assistência Social que haviam empenhado apenas 40,60% dos seus recursos na ocasião deste levantamento.
Indo um pouco mais fundo percebeu-se, também, que a “Contribuição da Iluminação Pública” detinha de um valor arrecadado na ordem de R$ 1.351.883, e como despesa auferia um valor de R$ 865.914, ou seja, apenas 64,05% do que era arrecadado era aplicado, restando no superávit de R$ 485.969,00, daí as constantes faltas de iluminação e escuridão sarandiense com recursos em caixa.
Portanto, percebemos que apesar dos parcos investimentos e das constantes elevações das demandas sociais que se refletem nas inquietações públicas, os Recursos Públicos obtidos pelos pesados “impostos” estão ainda “sub-utilizados” ou mau geridos, confirmando a tese de que “...não se faltam recursos, mas gestão”, pois não estamos conseguindo gastar o pouco que arrecadamos isto é, traduzindo na fala de Borys Casoy, “...é uma vergonha!”.
Por
Dr. Allan Marcio
Fonte:
[1] http://www.sarandi.pr.gov.br/contabilidade/audienciaPublica/3QUADRIMESTRE2009.pps
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Série Transporte Coletivo - Como Anda o Perfil da “Integração” do Transporte Coletivo na Região Metropolitana de Maringá…1a Parte
Transporte Coletivo em Sarandi – Debater para “Integrar”...
Foi realizada no dia 18/04/2010 (Domingo) na Câmara de Vereadores de Sarandi o “I Debate Público” sobre a “Integração do Transporte Coletivo” na Região Metropolitana de Maringá promovida pela União das Associações de Moradores de Sarandi – UNISSAM – com a presença dos Presidentes de Associações de Bairros, Lideranças Comunitárias, Vereadores, ACIS, representantes da Igreja Católica e Evangélicas, Lideranças Partidárias e Apartidárias, donde lançaram as primeiras linhas discussórias sobre o “polêmico” debate que se arrastam a mais de seis anos sem os resultados plausíveis aos interesses sociais metropolitano.
Segundo Art. 30 da Constituição Federal/88 compete aos Municípios no seu inciso V - organizar e prestar, diretamente ou sob regime de concessão ou permissão, os serviços públicos de interesse local, incluído o de transporte coletivo, que tem caráter essencial.
Maringá, Paiçandu e Sarandi, são cidades classificadas entre as de “alto grau de desenvolvimento” compondo a espacialidade polarizada por Maringá. Entretanto, jamais se conseguiu na “prática” organizar qualquer planejamento conjunto em relação ao Transporte Coletivo de qualidade e integrado, objetivo principal da implantação da região metropolitana (Lei Estadual nº 83/98). ![]()
As demandas/contendas se avolumam sem haver uma abordagem estratégica no contexto da RMM em sua discussão quando se aproxima o momento da renovação da “Concessão” do contrato da “exploração” do transporte coletivo para outros “mais” 25 anos a ser deferida pela Câmara de Vereadores.
Estas problemática no transporte intra e inter urbano são históricas e deverasmente descumprem a “função social” destas “empresas” (TCCC, TCCV, etc) por meros “interesses monopolistas” tolhendo sua finalidade pública em promover a tão esperada “qualidade” merecida aos nossos munícipes.
Nota-se nesta lacuna histórica uma frágil ou inexistente “participalidade” de fóruns populares” sarandiense através de suas instituições representativas em debater profundamente as causas e conseqüências à qualidade de vida do cidadão em relação ao transporte coletivo.
Documentos/Projetos apresentados pela Câmara de Vereadores nesta ação:
Isto vem a possibilitar a organização de um “corpo debativo” democraticamente e integradamente instituído em apresentar alguns encaminhamentos no sentido de institucionalizar uma “equipe coordenadora multi institucional” de trabalho que agregassem os subsídios técnicos e humanos para uma “revisão” da atual metodologia aplicada pela empresa detentora da concessão em voga diante ao novo Contrato de Concessão a ser votado pela Câmara de Vereadores através de Projeto de Lei perpetrado pelo Poder Executivo para os próximos 25 anos.
Sarandi, hoje, emprega aproximadamente[1], 7.000 pessoas em seu mercado interno. Enquanto Maringá inclui produtivamente quase 10.000 trabalhadores, mas apresenta um “movimento pendular” (Sarandi – Maringá – Sarandi) de sua população na ordem de 20.000 moradores por dia, segundo o Observatório das Metrópoles. Enquanto que o movimento interno pendular sarandiense fica prejudicado pelas “descontinuidades” das linhas urbanas.
Constata-se, também, na carente Sarandi, onde a cada R$ 10 que circulam na RMM, R$ 7 são gastos na cidade núcleo – Maringá - em virtude do seu próprio “planejamento urbano segregacionista” convergindo toda sua logística do seu transporte coletivo privado para o seu comércio excluindo, então, a competitividade equitativa comercial em todas as cidades do seu entorno.
Diante dos fatos apresentados, a plenária elencou os “encaminhamentos” a passar pelo crivo deste debate público em Sarandi e região: O fim da Concessão com a TCCV; Legalidade do Transporte; Redistribuição e ampliação das linhas de ônibus no eixo Sarandi – Maringá - Paiçandu; Criação de uma empresa pública de transporte coletivo em Sarandi; Aprimorar a acessibilidade para “Cadeirantes”, bem como institucionalizar o benefício do “passe livre” na RMM.
Neste contexto a “I Reunião sobre a Integração dos Transportes” mediante aos Encaminhamentos ali deferidos se tornou a “pedra fundamental” da institucionalização de um “Fórum Permanente”, cuja composição e eixos estratégicos serão rediscutidos e implementados através de uma nova reunião a ser realizada no dia 10/05/2010 na Casa da Cultura.
Isto posto, unificará as “reinvidicações” balizadas por outros levantamentos e estudos a serem transcritas numa “Carta Aberta” para, finalmente, serem levadas a uma “Audiência Pública” a ser realizada na Câmara de Vereadores no dia 30/05/2010.
Portanto, a sociedade organizada, entidades, partidos, associações de bairros e alguns vereadores em nome da população desassistida de um “transporte coletivo” digno “sinalizam” novos métodos de pactuação social que comporão as “mesas de debates” sobre essa histórica “especulação” e “farra” dos “contratos de gavetas” concedidos aos “especuladores de plantão” sem suscitar na população sarandiense suas necessárias ponderações ou reajustes frente ao conceito de “repensar Sarandi” para outros 25 anos mais dignos e com justiça social.
Por
Dr. Allan Marcio
[1] CAGED/2009
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Como anda a Integração do Transporte Coletivo da Região Metropolitana de Maringá
“…O coordenador da Região Metropolitana de Maringá[1], João Ivo Caleffi (PT), participou ontem de duas reuniões para discutir a integração do transporte coletivo entre as cidades de Maringá, Paiçandu e Sarandi. Segundo Caleffi, tanto a classe empresarial de Maringá, com a qual esteve reunido no início da tarde, como os prefeitos de Paiçandu, Moacyr de Oliveira (PMDB), e de Sarandi, Cido Spada (PT), com quem se reuniu no meio da tarde, demonstraram total apoio ao projeto. "Percebemos que este é um anseio de toda a região. Temos “o apoio do Governo do Estado para isto e vamos ampliar as discussões para viabilizar a integração”, disse...”.(2007)
“...O administrador-executivo da empresa Transportes Coletivos Cidade Canção[2] (TCCC), Roberto Jacomelli, que participou ontem da reunião com o coordenador da RMM, João Ivo Caleffi, disse que não é possível afirmar que a integração do transporte coletivo entre os três municípios seja viável antes de ser feito um estudo técnico detalhado. "Precisamos de um estudo técnico sobre o impacto das tarifas. “Somente um estudo vai comprovar ou não a viabilidade desse projeto”, disse. Segundo Jacomelli, uma segunda viagem "gratuita" gera prejuízo ao sistema de transporte coletivo. "É equivocada a visão de quem diz que isso é simples e sem custos. Só vamos saber do impacto disso com um estudo específico", afirmou..”.(2007)
“...A luta pela integração do passe de circular entre Maringá, Sarandi e Paiçandu[3] não é uma luta apenas do João Ivo e da Coordenação da Região Metropolitana. É uma luta dos poderes constituídos e da sociedade organizada dos três municípios conurbados. A integração que busco desde que o governador Roberto Requião anunciou minha nomeação em fevereiro já reúne apoios de significativos setores da sociedade organizada de Maringá, Sarandi e Paiçandu. Já temos apoio formal de duas Câmaras Municipais (Maringá e Sarandi), dos prefeitos Moacir de Oliveira e Cido Spada e a boa vontade do prefeito de Maringá, Silvio Barros, manifestada em encontro que tivemos para tratar do assunto. É lícito reconhecer o direito da empresa em não querer correr riscos, mas é imperioso também colocarmos nessa balança a responsabilidade social da mesma, bem como a perspectiva real de ganho com o previsível aumento de demanda. Por convicção, defendo a valorização do transporte público. E entendo que o alegado receio de desequilíbrio financeiro não se sustenta na realidade do sistema, que perde passageiros exatamente pela falta de maiores incentivos à utilização do ônibus...”.(2007)
“...A integração do transporte coletivo entre as cidades de Maringá, Paiçandu e Sarandi é apenas a primeira ação das muitas que vão ser exigidas para a efetiva instalação da Região Metropolitana de Maringá (RMM). "Ela já existe no papel, por força de lei, e de fato, com a conurbação", explicou o coordenador RMM, João Ivo Caleffi. "Até mesmo as empresas já admitiram e existência da Região Metropolitana pois, nos cartões de passe eletrônico fornecidos aos idosos, lê-se a inscrição: cartão metropolitano." A estrutura física da coordenação da RMM[4] também está sendo finalizada. O Secretário estadual de Desenvolvimento Urbano, Forte Netto, prometeu a entrega da nova sede para os próximos dias. Além da integração dos ônibus, todos os assuntos que são de interesse da RMM vão ser discutidos pela coordenação. "É para isso que ela foi criada, em fevereiro desse ano. A forte conurbação e os muitos aspectos que relacionam intensamente as 14 cidades que compõem a RMM são o objeto do nosso trabalho", explicou Caleffi...”.(2007)
“...Prefeitos da região[5] vêm se reunindo com o coordenador da Região Metropolitana de Maringá (RMM), João Ivo Caleffi, para cobrar melhorias no transporte coletivo. Superlotação, falta de linhas e mudanças de horários foram as principais reclamações. "Existe superlotação nos ônibus que voltam para Itambé às 18h20 no meio de semana. Nos fins de semana, eu e mais 20 pessoas chegamos atrasados no trabalho porque o horário é incompatível. O transporte precisa ser melhorado", disse a usuária e integrante da comissão, Roselene Zampar, 38 anos, de Itambé. A presidente da Câmara de Veradores de Itambé, Salete Broio (PMDB), revelou que o município tem um gasto mensal de R$ 3,5 mil com o fretamento de um ônibus que transporta diariamente 60 trabalhadores para Maringá. "Cada trabalhador ajuda com R$ 30 mensais", disse. Segundo Caleffi, Ivatuba também se mobilizou para conseguir melhorar o sistema de transporte coletivo para Maringá. "Os 4,5 mil usuários mensais querem reforço das linhas metropolitanas entre as duas cidades, com pelo menos mais um ônibus no período da manhã e um à tarde para evitar a superlotação", ressaltou...”.(2007)
“...A integração do transporte coletivo[6] entre Maringá, Paiçandu e Sarandi é o tema de uma reunião agendada para esta quarta-feira, às 16h30, na prefeitura. O encontro foi solicitado pelo coordenador da Região Metropolitana de Maringá, João Ivo. Além de Sílvio Barros (PP), estarão presentes os prefeitos Cido Spada (PT), de Sarandi e Moacir Oliveira (PMDB), de Paiçandu...”.(2007)
“... A assinatura de um acordo para a integração do transporte coletivo[7] entre Maringá, Sarandi e Paiçandu foi adiada nesta quarta-feira por falta de informações sobre o impacto que o sistema pode provocar nas tarifas. A reunião foi realizada na Prefeitura de Maringá, com representantes dos três municípios e o coordenador da Região Metropolitana (RMM), João Ivo Caleffi . O coordenador da RMM esperava sair da reunião com as assinaturas dos prefeitos no termo de anuência para a integração do transporte coletivo. O encontro terminou com os papéis em branco, pois o prefeito de Maringá, Silvio Barros (PP), questionou se há garantias de que as tarifas vão ser mantidas na cidade depois do acordo. “Na condição de gestor do município, não posso aceitar um acordo que resulte em ônus para a população”, justificou. A proposta apresentada pela RMM sugere que os passageiros que se deslocam de Sarandi e Paiçandu para Maringá paguem duas passagens, em vez de quatro, para as viagens de ida e volta. Com a assinatura do termo de anuência, seria criado o Conselho do Transporte Metropolitano, que teria 180 dias para a efetivar a integração...”.(2007)
“... Os prefeitos de Sarandi[8], Cido Spada (PT), e de Paiçandu, Moacyr de Oliveira (PMDB), devem assinar hoje, às 15 horas, na sede da Região Metropolitana de Maringá (RMM), o termo de anuência para a criação do Conselho Metropolitano de Transporte. A intenção é a integração do transporte coletivo entre Maringá e as duas cidades. A RMM fundamenta que a não integração do sistema encarece o transporte e que, segundo estimativas do Observatório das Metrópoles da Universidade Estadual de Maringá (UEM), 43% dos moradores de Paiçandu e Sarandi com mais de 15 anos de idade trabalham ou estudam em Maringá. Cerca de 90% vêm a Maringá de ônibus...”.(2007)
“...O prefeito eleito de Sarandi Milton Martini[9] visitou ontem a Coordenação da Região Metropolitana de Maringá para se informar dos projetos que o Estado tem para uma melhor integração entre o seu município e a cidade-pólo. O coordenador José Augusto Felipe detalhou os projetos da integração da do passe de ônibus e o Arco Sul. Martini defendeu a necessidade da integração do transporte coletivo entre Sarandi e Maringá...”.(2008)
“... A deputada Cida Borghetti (PP)[10], autora do projeto de lei que regulamentou as regiões metropolitanas do Paraná, apresentou requerimento solicitando a integração das linhas metropolitanas de ônibus da região de Maringá. A proposta da deputada é que, no segundo trecho, o passageiro tenha desconto de 50% no valor da passagem. “A maioria das pessoas que se deslocam nesse percurso, entre Sarandi e Paiçandu e vice-versa, são trabalhadores que utilizam o ônibus para chegar aos seus locais de trabalho. A integração “é fundamental para que elas não comprometam sua renda”, “disse Cida...”(2009)
Compilação Bibliográfica por
Dr. Allan Marcio
[1] Coordenador otimista com região metropolitana. O Diário do Norte do Paraná. 16/02/2007. http://www.odiariomaringa.com.br/noticia/174748
[2] Empresa quer estudo técnico. Cidades. O Diário do Norte do Paraná. 20/03/2007. http://www.odiariomaringa.com.br/noticia/176504
[3] João Ivo Caleffi - Coordenador da Região Metropolitana de Maringá. Opinião.
Os caminhos do passe integrado. O Diário do Norte do Paraná. 30/03/2007. http://www.odiariomaringa.com.br/noticia/177156
[4] Transporte é o primeiro passo. Cidades. O Diário do Norte do Paraná. 24/04/2007 22h03. http://www.odiariomaringa.com.br/noticia/178617
[5] Cleber França. Cidades. Reunião ontem na sede da RMM sobre o transporte metropolitano. O Diário do Norte do Paraná. 09/06/2007. http://www.odiariomaringa.com.br/noticia/180966
[6] Reginaldo Eloi. João Ivo e Sílvio Barros discutem, nesta quarta-feira, a integração do transporte. O Diário do Norte do Paraná. Cidades. 31/10/2007. http://www.odiariomaringa.com.br/noticia/162928
[7] Fábio Linjardi. Preço adia integração do transporte coletivo. O Diário do Norte do Paraná. 31/10/2007. http://www.odiariomaringa.com.br/noticia/162984
[8] Eduardo Xavier. Prefeitos de Sarandi e Paiçandu assinam hoje termo para integração do transporte. 08/11/2007. O Diário do Norte do Paraná. http://www.odiariomaringa.com.br/noticia/163489
[9] Prefeito eleito quer integração dos ônibus com Maringá. O Diário do Norte do Paraná Cidades. 23/12/2008 02h00. http://www.odiariomaringa.com.br/noticia/208220
[10] Cida pede a integração do transporte coletivo. Cidades. O Diário do Norte do Paraná. 14/07/2009. http://www.odiariomaringa.com.br/noticia/221366
segunda-feira, 22 de março de 2010
Associação Comercial de Sarandi x Valorização do Comércio Local... E a Mídia Local?
É sabido que toda a Associação Comercial tem como finalidade a defesa das atividades empresariais dentro de uma ordem econômica fundada na livre iniciativa e na valorização do trabalho, bem como da publicitação da “imagem” que vedem de seu pólo de produção.
Além do mais, a Associação Comercial de Sarandi – ACIS - tem como objetivo promover o desenvolvimento econômico sustentável e social, bem como intentar toda e qualquer medida que vise favorecer o fortalecimento do quadro social e da comunidade em geral, inclusive estimulando o intercâmbio empresarial social e profissional, principalmente de seus associados com a cidade.
Entretanto, não se faz uma pujança comercial local forte, sem que haja uma contrapartida dos próprios empresários locais motivados pelo corpo gestor da própria ACIS no sentido de se desenvolver “Campanhas Publicitárias” que também estimulem a parceria com as “Mídias Locais”.
Assim, a “função social” da ACIS necessita trabalhar em prol do resgate não só dos interesses econômicos, mas também dos “munícipes”, além de ser agente promotora da elevação da auto-estima ao comércio local e da sua equipe de empresários visando dar mais “divulgabilidade” aos nossos produtos comerciais.
Para tanto, fica uma indagação: Sabendo que mais de 85% do consumo de mercadorias realizadas no comércio local são compradas pelos próprios moradores de Sarandi, por que não priorizar a “Mídia Local” (Rádio, TV, Jornais, Blogs, etc) para veicular as campanhas publicitárias dos Associados da ACIS, e não destinar 90% das mesmas à mídia de Maringá que não se interessam “socialmente”, mas apenas “comercialmente” por Sarandi?
Sarandi detém cerca de 1.200 empresas que empregam, aproximadamente, 6.000 pessoas. A maioria das empresas tem Dois funcionários que recebem em média Dois salários mínimos. Ou seja, toda nossa carga de salários (R$ 3,3 Milhões/mês) precisa ser redirecionada ao consumo interno e para tanto precisamos de campanhas publicitárias nesse sentido desenvolvidas pela própria mídia local.
Em Sarandi, temos sim uma “Mídia” forte e pujante, bastando para tanto uma melhor proximidade dos empresariados locais em nome da ACIS para rever suas estratégias de vendas para que possam priorizar a mídia local.
Isto possibilitaria uma redução de custos na cadeia produtiva dos produtos “publicitados” e vendidos por aqui em virtude de um menor custo das propagandas exercidos pela mídia local não perdendo, é claro, na qualidade publicitária.
Para tanto, necessita também de se criar uma “Câmara de Diretores Lojistas” para que possam “descentralizar” esta responsabilidade social e comercial de alavancar a “imagem comercial” de Sarandi a níveis mais competitivos no entorno metropolitano se valendo desta mídia “genuinamente local”.
Portanto, para se termos uma “Comércio Forte” e uma cidade com boa auto-estima, necessitaremos, também, de “Mídia Local Forte” para agregarmos valor à reconstrução da “identidade comercial” e social de Sarandi.
Enfim, a ACIS tem neste contexto um importante papel nessa intermediação que deverá canalizar os anseios empresariais de Sarandi com a comunicação (Rádio, TV, Jornais e Blogs) do município no sentido de produzir marketing e propaganda com qualidade e “vender” a imagem comercial da cidade na região metropolitana de Maringá através de uma mídia própria e auto-suficiente.
Por
Dr. Allan Marcio
quarta-feira, 10 de março de 2010
O que precisamos... é de... “Sarandilidade”!
Toda a vida pública se inspira, ainda que implicitamente, numa visão do homem[1] e de seu destino, da qual deduzem os critérios de seus juízos, sua hierarquia de valores e a sua linha de conduta.
Os ideais cívicos e morais que conduzem a vontade do individuo em dedicar voluntariamente suas convicções e forças para a melhoria de um povo ou cidade definimos com o neologismo de “Sarandilidade”.
É um gênero da espécie do “nacionalismo” adormecida em nosso ser e redespertada diante daqueles momentos políticos de “união por uma causa comum” exemplificada quando se aproxima períodos de “copa do mundo” e defendemos nossa “Seleção” com toda a convicção e esperança em nosso íntimo de sermos campeões.
É um “sentimento” ditoso para uma incipiente cidadania sarandiense em momentos de “provas políticas”, bem como de reestruturação de uma identidade social naufragada pelos desmandos governamentais da história quando o cidadão exerce essa impávida “sarandilidade”.
Alguns batem ou estufam o peito e esturram em alto e bom som “eu amo Sarandi”, “eu defendo…”, “faço tudo por…”. Ledo engano. Mentir para si mesmo, sempre é a pior mentira (Renato Russo), pois “mentiras tem pernas curtas”.
A própria Palavra de Deus, em Mt. 6:2, nos ensina que “… Quando, pois, deres esmola, não faças tocar trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem glorificados pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam a sua recompensa…”.
O que testemunhamos após o dissipar da “cortina de fumaça” dos fatos e acontecimentos políticos sarandienses promovidos pelos distintos “atores mambembes” é o evidenciar, infelizmente, de uma “sarandilidade” vendida, tendenciosa e carcomida.
Àqueles que outrora diziam “arautos” das reformas e promotores da moralização local são os primeiros a se debandarem rapidamente da sua condição de “impávidos colossos” para ser reclassificado como mais uma peça descartável do “tabuleiro do poder” comprado a “preço de banana”.
Neste contexto, leva-nos refletir que a cada um é dado segundo seu poder de bajulação. Entretanto, isso tem um custo caro à prosperidade de um município, pois brota o gérmen da desconfiança popular e se confirma aquela outra profecia (Je. 17:5). “… Maldito o varão que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do Senhor!…”.
Portanto, assim ocorre quando a mente e as atitudes de alguns se desvia dos objetivos de uma municipalidade idealizada, mas não materializada em virtudes de interesses falíveis e cruéis.
Concluindo, quando as “sarandilidades” são suprimidas e o homem vem a se considerar supremo, só podemos esperar fraudes, engano e aviltante iniqüidade com um povo que merece respeito e justiça social por direito.
Por
Dr. Allan Marcio
Cirurgião-Dentista
Conselheiro Municipal de Assistência Social - CMAS
Conselheiro da Cidade - CC
Conselheiro de Segurança - CONSEG
[1] Catecismo da Igreja Católica. A comunidade Política e a Igreja. Pg. 586; 2244. Edição Típica Vaticana. 1998
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Por que Sarandi tem fraca Infra Estrutura…com Dinheiro no Caixa?
Segundo o RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E DEMONSTRATIVO DA EXECUÇÃO DAS DESPESAS POR FUNÇÃO/SUBFUNÇÃO 01/2009 à 8/2009 dá para nos observar alguns dos “por quês” dos insistentes buracos de Sarandi.
Do Orçamento Municipal total de R$ 64.826.958,00 em 2009 de todo município foi destinado apenas R$ 9.213.800,00 (15%) para o Urbanismo, pois segundo o Relatório, apenas R$ 489.373,50 (14,81% dos nove mil) foram as Despesas Liquidadas nesta pasta. Uma quantia irrisória pela quantidade de buracos que temos em Sarandi e da gritante “Falta de projetos” em infra-estrutura, mesmo se tendo “Recursos” no Caixa Público. É lamentável!. Veja o Quadro abaixo…e façam suas Analises…
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Fonte: Portal do Controle Social


